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Sertaneja Fórmula Tua
Indicação
Com uma possibilidade inovadora no mercado, a Rações Sertaneja disponibiliza a seus clientes a customização de fórmula específica de suas fazendas. Através de um trabalho de assistência técnica personalizada, nossa equipe de nutrição elabora produtos que atendam as necessidades específicas de cada rebanho, ajustando níveis nutricionais e de aditivos de acordo com os desafios.

Indicado para propriedades que possuem alto controle sobre a produção e consumo dos animais e que possuem capacidade de medir resultados.
Principais Benefícios
Composição da ração adaptada as necessidades de cada fazenda
O melhor custo benefício
Correção de problemas específicos de cada fazenda, ou seja, personalização da fórmula
Profissionalização
Como funciona na prática
O nutricionista da Rações Sertaneja otimiza os níveis da ração da fazenda adequando as matérias-primas da ração, podemos ajustar os níveis e as frações de Proteína, energia, Carboidratos, Gordura, minerais, vitaminas e aditivos.
Quais tecnologias posso usar
Soypass – Fonte de proteína não degradável no rumem (PNDR ou Bypass). Ajusta as frações proteicas da dieta.
Zinco Orgânico – O zinco possui funções muito importantes em vacas de leite, dentre elas, as principais são a formação da queratina e síntese hormonal, como insulina, FSH, LH e corticotrofina. Estas funções desempenham melhor formação de cascos, desempenho reprodutivo e imunidade do animal. (CHESTERS, 1997). Importante na manutenção da saúde e da integridade dos tecidos epiteliais, como a pele (tetos) e tecido mamário, devido ao seu papel na divisão celular e na síntese de proteína. Papel crítico na formação do tampão de queratina no canal do teto. (Cook, 1993). Aproximadamente 40% da queratina do teto é removida em cada ordenha (Bitman et al. 1991).
Biotina – Atua na melhoria da saúde de cascos, diferenciação de células e na produção de queratina. Melhora a formação de cascos, através do aumento da concentração de lipedes do casco e aumenta a dureza da sola do casco. Estudos utilizando 0 ou 20mg de biotina/dia por 13 meses. A suplementação melhorou escores de locomoção e diminui a prevalência de manqueira clínica e obteve aumento em leite de 2kg/dia, obtendo no controle 37kg/dia e com suplementação 39kg/dia. (Fitzgerald et al. 2000).
Selênio – O selênio possui ação antioxidante, através da proteção das membranas celulares e tecidos, da ação de radicais peróxidos. Atua também como sistema imunológico, principalmente na glândula mamária, assim contribuindo para diminuição de CCS.
Vitamina E: A vitamina E atua como antioxidante, evitando a formação de radicais peróxidos e fazendo a manutenção de membranas celulares. Atua na imunidade e função reprodutiva, possuindo benefício na diminuição de mastite, tanto em incidência, quanto duração e também redução de retenção de placenta.
Óleos Essenciais: Branco et al 2006, mostram que o óleo essencial mantém o pH ruminal nos níveis fisiológicos. O mesmo não baixa a gordura do leite, pois não são produzidos ácidos graxos trans no rúmen (responsáveis pela queda da gordura no leite), que são produzidos quando outros ionóforos são suplementados. Branco e Ivanor (2008), mostram que os óleos essenciais também melhoram a digestibilidade da fração fibra, disponibilizando mais energia para a produção de leite. Em resumo os óleos essenciais melhoram a produção e persistência na produção de leite (Anderson, 2008), melhora a reprodução das vacas suplementadas e por ser um anti-inflamatório auxilia na prevenção de CCS.
Composto de Levedura e Probiótico: Levedura Saccharomyces Cerevisiae. Atua na remoção do oxigênio residual no rúmen, assim aumentando a população de bactérias celulolíticas: Fibrobacter, Ruminococcus. Fornecimento de fatores estimulantes para crescimento e metabolismo bacteriano (principalmente o ácido málico). Aumenta o fluxo de proteína microbiana, através do aumento da digestabilidade dos alimentos. O Probiótico Enterococcus faecium favorece o crescimento de bactérias consumidoras de ácido lático, principal causador de acidose rumenal. Estas bactérias transformam esse ácido em ácido propiônico, que virará glicose, sendo ótima fonte de energia. Sua princial função é evitar acidose rumenal e melhorar a produção de leite na fase inicial da lactação. Estudo realizado, em vacas com suplementação pré e pós parto, obtiveram produção de 36,2kg/dia e as vacas que não foram suplementadas produziram 32,7kg/dia. As vacas suplementadas tiveram produção maior de 3,5kg/dia em relação as vacas que não foram suplementadas. (SOUZA, 2007).
Adsorvente de micotoxinas: As micotoxinas podem estar presentes nos alimentos ingeridos pelos animais, como silagem, feno e cereais. A ocorrência de micotoxinas esta associada à menor ingestão de alimento, redução da produção de leite, maiores contagens de células somáticas no leite, menor eficiência reprodutiva, além de uma ampla variedade de desordens no trato gastro intestinal, tais como diarreia e inflamações. Também podem surgir abortos, hemorragias e através de um mecanismo complexo, surgem alterações no sistema imunológico. (SHARMA, 1993).
Cromo Orgânico: O Cromo (Cr), é um mineral necessário em pequenas quantidades no metabolismo animal, porém tem forte papel no controle da tolerância dos animais à glicose. Seu efeito envolve o aumento da sensitividade das células à insulina. (PERES, 2001). A correção de possíveis deficiências de Cr faz com que o animal aumente a sua ingestão de matéria seca, aumentando assim a produção de leite do mesmo.
Gordura protegida: A gordura inerte é fonte de ácidos graxos insaturados que determina sua maior digestibilidade e, portanto, seu maior valor energético. Por ser envolvida por uma camada de proteína que age como uma capa protetora, esta se mantém relativamente inerte no rúmen em níveis normais de pH. (AVRELLA JUNIOR et al, 2011). Com maiores níveis energéticos na dieta, melhor aporte nutricional para produção leiteira.
Tamponantes: Os tampões podem promover melhoria na produtividade e evitar problemas metabólicos no animal por neutralizar o excesso de ácidos produzidos no rumen em situações onde os sistemas tamponantes do próprio animal, principalmente o fluxo salivar, são inadequados. (COSTA, 2003).
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